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09/08/2025 - Estudo identifica genes que podem prever resposta de pacientes com melanoma à imunoterapia

O melanoma representa cerca de 4% dos tumores de pele, mas é o mais perigoso por causa de sua alta capacidade de se espalhar para outros órgãos.

 


 

| Agência de Notícias do Governo do Estado de São Paulo
 

Pesquisa desenvolve ferramenta de precisão que antecipa falha no tratamento imunoterápico, com potencial para personalizar terapias e reduzir custos do sistema de saúde.

   

 

Foto: Daniel Antônio/Agência FAPESP.
 

Pesquisadores brasileiros deram um importante passo rumo à medicina de precisão ao identificar quatro genes capazes de predizer quais pacientes com melanoma não vão responder à imunoterapia. Esse tipo de tratamento revolucionou o combate ao melanoma, o câncer de pele mais agressivo e letal, mas ainda apresenta eficácia variável e um custo elevado que limita seu uso, especialmente no Sistema Único de Saúde (SUS). A partir desse achado, a ideia é criar maneiras de identificar pacientes elegíveis ao tratamento e, dessa forma, reduzir os custos na rede pública.
 

O melanoma representa cerca de 4% dos tumores de pele, mas é o mais perigoso por causa de sua alta capacidade de se espalhar para outros órgãos. No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são registrados cerca de 9 mil casos e quase 2 mil mortes por ano em decorrência da doença. Já se sabe há algum tempo que o melanoma é altamente imunogênico, ou seja, responde bem à imunoterapia – um tratamento que estimula o sistema imunológico a reconhecer e atacar as células cancerígenas.



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